
Melhores soluções de pagamento transfronteiriço com stablecoins para a LATAM
Um líder financeiro de uma exportadora de médio porte na Cidade do México se senta para avaliar provedores de pagamento com stablecoins. Em menos de uma hora, a planilha já virou uma bagunça.
Um provedor tem US$ 30 bilhões em volume anualizado, mas envia os pagamentos em pesos mexicanos por meio de bancos parceiros. Outro está dentro do ecossistema da Stripe e foi criado para desenvolvedores, não para equipes financeiras. Um terceiro foi projetado para liquidez cambial, mas não executa fluxos de pagamento de ponta a ponta. Todos os sites prometem as mesmas coisas: liquidação instantânea, custos menores, transparência. E os preços são "sob consulta" em todos.
O problema não é que a categoria seja imatura. É que a maioria dos artigos sobre pagamentos com stablecoins ainda classifica os provedores por tarifa ou velocidade, quando a decisão específica para a LATAM depende de algo mais restrito: meus corredores reais funcionam, com os trilhos locais de que preciso, sob uma postura de conformidade que minha equipe financeira consegue defender? A maioria dos provedores que constroem infraestrutura para grandes empresas globais não foi pensada em torno dessa pergunta. Os que foram costumam ser menores, mais especializados e mais fáceis de passar despercebidos numa busca no Google.
Este guia compara quatro provedores ativos em pagamentos transfronteiriços com stablecoins BVNK, Bridge, OpenFX e VelaFi com base nos critérios que importam quando você vai além do discurso de marketing. Três foram criados para fluxos globais ou ancorados nos EUA. Um foi criado para a LATAM. As diferenças importam mais do que o marketing faz parecer.
Principais conclusões
- 71% das empresas latino-americanas já usam stablecoins para pagamentos transfronteiriços (Fireblocks, 2025), e os pagamentos B2B com stablecoins cresceram de menos de US$ 100 milhões/mês no início de 2023 para mais de US$ 6 bilhões/mês em meados de 2025. Isso já é infraestrutura B2B consolidada, não um trilho experimental.
- As dimensões que mais importam para a LATAM: cobertura de corredores (para onde o dinheiro realmente vai), integração nativa com trilhos locais (PIX, SPEI, PSE/Bre-B), profundidade de conformidade (SOC 2 Tipo II, ISO 27001, licenças reais, não apenas em apresentações), resultado da conciliação e suporte a stablecoins (USDT vs. USDC, em quais blockchains).
- Três dos quatro provedores desta comparação foram criados para fluxos corporativos globais ou ancorados nos EUA. A BVNK lidera em escala global e em amplitude de licenças em mercados ocidentais (e está em processo de aquisição pela Mastercard). A Bridge está dentro do ecossistema da Stripe, com orquestração de stablecoins voltada a desenvolvedores e uma licença de national trust bank aprovada recentemente. A OpenFX é uma camada de liquidez cambial em rápido crescimento (US$ 45 bilhões em volume anualizado de pagamentos) para clientes institucionais.
- A VelaFi é o único provedor nativo da LATAM neste grupo, criado especificamente para empresas que movimentam dinheiro entre a América Latina e a Ásia, com os controles de conformidade e o resultado de conciliação de que as equipes financeiras B2B precisam em operações multipaís.
- Escolha com base nos seus corredores reais, não no nome de marca mais forte. A escala global não substitui a especialização na LATAM quando o lado de destino opera com SPEI, PIX ou Bre-B e sua equipe financeira precisa de uma conciliação que feche os livros no prazo.
O que você realmente deve comparar
A maioria das comparações entre provedores começa por tarifas e velocidade. Ambas importam, mas nenhuma diz se a plataforma vai funcionar de ponta a ponta para a sua operação financeira. As cinco dimensões abaixo são as que costumam separar os provedores viáveis dos incompatíveis quando um processo real de compras começa.
Cobertura de corredores: pares, não número de países
Um provedor "global" que atende mais de 100 países não é o mesmo que um que funciona para os seus mercados. A pergunta certa não é quantos países estão listados. É se os pares de corredores que você realmente usa estão operacionais, se cobrem tanto o recebimento (pay-in) quanto o pagamento (pay-out) e se o lado de destino entrega em moeda fiduciária local ou apenas em stablecoin.
Uma plataforma que faz o off-ramp perfeitamente para USD, mas envia pesos mexicanos por meio de um banco parceiro com liquidação em dois dias, é funcionalmente diferente de uma com integração nativa ao SPEI. Peça pares de corredores, não número de países. Essa distinção sozinha costuma eliminar metade da lista de finalistas.
Integração com trilhos de pagamento locais: nativa vs. via parceiro
A América Latina funciona com três trilhos instantâneos de nível de banco central: o PIX no Brasil, o SPEI no México e o PSE, junto com o novo sistema Bre-B, na Colômbia. O SPEI processa mais de 14 milhões de transferências por dia no México, e o PIX processou 64 bilhões de transações de pagamento em 2024. Esses são os trilhos pelos quais seus fornecedores, prestadores de serviços e beneficiários realmente esperam receber.
A integração nativa, ou seja, quando o provedor tem acesso direto por meio de uma entidade local regulada, é substancialmente diferente da integração via banco parceiro em termos de velocidade, custo e confiabilidade operacional. Essa costuma ser a maior fonte de variação entre provedores que parecem semelhantes no papel, e é a dimensão em que os provedores com foco global mais consistentemente deixam a desejar para compradores com operações na LATAM.
Profundidade de conformidade e resultado da conciliação
Para compras corporativas, os sinais de confiança relevantes são auditorias independentes (SOC 2 Tipo II, ISO 27001), licenças específicas vinculadas a jurisdições específicas e um resultado de conciliação com o qual as equipes financeiras realmente consigam fechar os livros: hash on-chain, detalhamento de tarifas, confirmação de depósito, tudo vinculado a um único razão. Afirmações vagas sobre ser "compliance-first" não sobrevivem a uma avaliação de segurança de fornecedores.
Os compradores devem pedir os relatórios exatos de auditoria, os números exatos das licenças e um arquivo de conciliação de exemplo. Provedores sérios em vendas corporativas entregam isso rapidamente. Provedores criados principalmente para fluxos de desenvolvedores ou de consumidores muitas vezes não conseguem, mesmo quando sua postura de conformidade de base é sólida.
Liquidez e suporte a stablecoins
USDT e USDC dominam os fluxos B2B, mas não são intercambiáveis. O USDT tem a liquidez mais profunda nos corredores Ásia–LATAM, especialmente em qualquer operação que envolva contrapartes chinesas. Qualquer empresa latino-americana que compra da China percebe isso rapidamente. O USDC tem maior aceitação institucional nos EUA e na UE e um perfil regulatório mais claro após o MiCA.
Novos modelos de emissão também importam: o USDB da Bridge (lastreado em fundos do mercado monetário da BlackRock) e a categoria mais ampla de Open Issuance apontam para um futuro em que qualquer empresa pode lançar sua própria stablecoin, mas esse futuro ainda não substituiu o USDT nem o USDC na liquidação transfronteiriça.
Confiabilidade operacional e adequação a fluxos B2B
É a dimensão menos visível de fora e, muitas vezes, a mais cara de descobrir depois. A capacidade de processamento em lote, o tratamento de erros, a confiabilidade dos webhooks e o uptime da API determinam se as equipes financeiras conseguem fechar os livros no prazo.
Igualmente importante: a plataforma foi construída em torno de fluxos operacionais B2B ou de integrações para desenvolvedores, liquidez cambial para players institucionais ou pagamentos de consumidores? A resposta define tudo, do onboarding corporativo com KYB aos tempos de resposta do suporte, até se as perguntas do seu CFO são respondidas no mesmo dia.
Tabela comparativa de provedores
Quatro critérios consistentes para cada provedor. Mesma estrutura, mesmas perguntas, mesmo nível de detalhe. O objetivo é uma matriz que você possa defender diante de um comitê de compras, não uma recomendação. (Quem deve escolher o quê vem depois, na Seção 4, quando você já tiver visto onde cada provedor realmente está.)
| Provedor | Ideal para | Cobertura de trilhos locais | Conformidade e licenciamento | Stablecoins suportadas |
|---|---|---|---|---|
| BVNK | Empresas e fintechs que precisam de infraestrutura global de stablecoins com amplo licenciamento em mercados ocidentais | Trilhos sólidos em mercados ocidentais (ACH, SEPA, Fedwire, Faster Payments, SWIFT). Integração nativa limitada com trilhos da LATAM; pagamentos na LATAM normalmente roteados por meio de parceiros | Certificada em ISO 27001 e SOC 2 Tipo II, com auditoria independente; mais de 25 licenças, incluindo autorização MiCA na UE e cobertura estadual de money transmitter nos EUA; suporta pagamentos em mais de 130 países | USDC, USDT e outras; suporte multichain |
| Bridge | Desenvolvedores e fintechs ancoradas nos EUA que incorporam orquestração de stablecoins por meio do ecossistema da Stripe | Stablecoin Financial Accounts em 101 países; fluxos ancorados nos EUA. Cobertura na LATAM principalmente por meio da parceria com a Bitso B2B. Emissão de cartões com a Visa ativa em 18 países, com expansão para mais de 100 até o fim de 2026 | Aprovação condicional do OCC para licença de national trust bank (fevereiro de 2026); estrutura de conformidade preparada para o GENIUS Act. Opera dentro da presença regulatória mais ampla da Stripe após a aquisição de US$ 1,1 bilhão concluída no início de 2025 | USDC e USDB (stablecoin própria da Bridge, lastreada 1:1 em fundos do mercado monetário da BlackRock). A Open Issuance Platform permite criar stablecoins personalizadas |
| OpenFX | Fluxos cambiais institucionais: neobancos, provedores de remessas e plataformas de folha de pagamento que movimentam grandes valores entre países | Infraestrutura bancária e licenças nos EUA, Reino Unido, Europa, Emirados Árabes Unidos, México, Brasil e Sudeste Asiático. Mais de 40 pares de negociação suportados. Projetada como camada de liquidez cambial, e não como plataforma de pagamentos de ponta a ponta | Licenciada pelo NMLS (EUA). Licenças reguladas de câmbio e pagamentos nos mercados em que opera. Série A de US$ 94 milhões concluída em março de 2026, com avaliação de cerca de US$ 500 milhões. Apoiada por Accel, Lightspeed Faction, Pantera, Northzone e M13 | USDC e USDT para liquidação transfronteiriça |
| VelaFi | Equipes financeiras B2B que operam corredores LATAM↔Ásia com requisitos de conformidade corporativa, conciliação e operação multipaís | Cobertura de trilhos na LATAM em vários mercados, com parcerias estratégicas que ampliam o alcance em moeda local (por exemplo, liquidação em COP lastreada em COPM na Colômbia por meio da Minteo). Construída em torno de fluxos de pagamento B2B para destinos na LATAM e na Ásia | Certificada em ISO 27001 e SOC 2 Tipo II; onboarding com KYB; opera por meio de entidades reguladas na América Latina, nos EUA e na Ásia. Monitoramento de transações com IA em tempo real por meio da Flagright. Resultado completo de conciliação — hash on-chain, detalhamento de tarifas, confirmação de depósito — pensado para as trilhas de auditoria das equipes financeiras | USDT e USDC nas principais blockchains; ênfase no USDT para a liquidez do corredor com a China, com conversão no lado de destino para que os destinatários na Ásia não precisem lidar com stablecoins |
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Onde cada provedor está
A tabela acima é um retrato do momento. O que ela não consegue mostrar é a direção, e um retrato pode enganar silenciosamente se um provedor estiver no meio de uma transição. É disso que trata esta seção: não o que cada provedor é, mas para onde cada um está indo e o que isso significa para um contrato que você está prestes a assinar.
A BVNK cresceu 2,3x em relação ao ano anterior, chegando a US$ 30 bilhões em volume anualizado. A variável mais importante é a aquisição pendente pela Mastercard, com conclusão prevista até o fim de 2026; a BVNK afirma que a equipe e o roadmap permanecem inalterados até lá, mas ainda vale considerar isso em um contrato plurianual. E, especificamente na LATAM, a operação ainda passa principalmente por bancos parceiros, não por acesso direto aos trilhos, então os números globais não mostram como é, na prática, um pagamento no México ou no Brasil.
A maior movimentação da Bridge este ano é regulatória, não de produto: em fevereiro de 2026, ela obteve aprovação condicional do OCC para uma licença de national trust bank, seguindo Circle, Ripple e Paxos no mesmo caminho. Condicional não é definitiva, e não há um cronograma público para a aprovação final. Somado ao Open Issuance, que permite a qualquer empresa lançar uma stablecoin lastreada pela BlackRock em poucos dias, a Bridge está caminhando para se tornar a infraestrutura sobre a qual outras empresas constroem, não apenas uma chamada de API. O perfil de comprador, porém, não mudou: continua sendo uma venda liderada pela engenharia.
A VelaFi foi construída em torno de uma pergunta: o que acontece quando seus corredores tocam a América Latina e a Ásia ao mesmo tempo? Ela opera por meio de entidades reguladas nas três regiões, conectando bancos locais, redes globais de transferência e protocolos de stablecoins em um único sistema, com SOC 2 Tipo II e ISO 27001 como respaldo. O que é difícil de encontrar em outros lugares não é a estrutura de conformidade em si, mas uma construída especificamente para esse corredor, e não emprestada de uma plataforma projetada para outra coisa.
A OpenFX passou de US$ 4 bilhões para US$ 45 bilhões em volume anualizado em cerca de um ano, com 90% das transações liquidadas em menos de 60 minutos. Esse crescimento atende diretamente clientes institucionais e, indiretamente, as plataformas B2B (incluindo a VelaFi) que roteiam liquidez por meio dela. De qualquer forma, é infraestrutura cambial à qual outras plataformas se conectam, não uma plataforma de pagamentos com ferramentas próprias de KYB ou de conciliação.
Quem deve escolher o quê
Uma árvore de decisão simplificada, orientada pelos padrões de corredor e de caso de uso que a maioria das equipes financeiras com atuação na LATAM realmente enfrenta.
Se você precisa de ampla cobertura global com licenciamento maduro em mercados ocidentais: BVNK. A escala e a amplitude de licenças não têm paralelo nesta comparação. Combine com um especialista em LATAM se os trilhos do lado de destino forem importantes para você e considere a integração pendente com a Mastercard em qualquer contrato plurianual.
Se você está construindo fluxos de stablecoins voltados a desenvolvedores sobre o ecossistema da Stripe: Bridge. As APIs de orquestração, a emissão do USDB e o avanço rumo a uma licença de national trust bank fazem da Bridge a opção mais madura para esse perfil específico de comprador, desde que sua equipe seja técnica o suficiente para assumir a integração.
Se você é um player institucional de câmbio que precisa de liquidez rápida em vez de fluxos de pagamento de ponta a ponta: OpenFX. A velocidade de liquidação e a cobertura de pares cambiais são a verdadeira vantagem aqui. Para a maioria das equipes financeiras B2B que operam fluxos de pagamento a fornecedores, a OpenFX é mais útil como infraestrutura por trás de uma plataforma de pagamentos do que como a própria plataforma.
Se seus corredores conectam a LATAM e a Ásia, abrangem vários países e exigem conformidade e conciliação de nível corporativo: VelaFi. Esta é a opção mais adequada da comparação para esse perfil específico. O corredor LATAM–Ásia é cada vez mais comum, impulsionado por exportadores, importadores, fluxos de pagamento de compradores latino-americanos a fabricantes asiáticos e fluxos de tesouraria que atravessam as duas regiões. É justamente onde as plataformas com foco global costumam ter dificuldades com a profundidade dos trilhos do lado de destino e onde os produtos voltados a desenvolvedores ou puramente cambiais deixam de se adequar à operação B2B.
Se você não sabe qual se encaixa melhor: faça um piloto estruturado. A maioria dos provedores desta categoria aceita fazer um piloto de 60 a 90 dias com volume moderado. Essa é a única forma confiável de validar o desempenho dos corredores, a confiabilidade da liquidação, a qualidade do resultado da conciliação e a capacidade de resposta do suporte antes de assinar um contrato anual.
Perguntas frequentes
Qual é o melhor provedor de pagamentos com stablecoins para a LATAM?
Depende dos seus corredores, não da marca mais forte. BVNK para ampla cobertura global com licenciamento maduro em mercados ocidentais. Bridge para orquestração voltada a desenvolvedores dentro do ecossistema da Stripe. OpenFX para liquidez cambial institucional. VelaFi para corredores que conectam a LATAM e a Ásia, com conformidade e conciliação de nível corporativo feitas para operações B2B.
O que devo comparar além das tarifas?
Cinco pontos, em ordem de impacto operacional: cobertura de corredores, integração com trilhos locais (nativa vs. via parceiro), postura de conformidade e auditoria, suporte a stablecoins (USDT vs. USDC) e confiabilidade operacional. As tarifas tendem a convergir entre provedores sérios; é nesses cinco pontos que estão as diferenças reais. Veja a Seção 1 para mais detalhes sobre cada um.
O suporte a trilhos locais é mais importante do que a velocidade on-chain para pagamentos na LATAM?
Sim, na maioria dos casos de uso na LATAM. A liquidação on-chain é rápida em quase todos os provedores modernos. O gargalo é a etapa em moeda fiduciária local: a rapidez com que o USDT ou o USDC chega como pesos mexicanos via SPEI, pesos colombianos via Bre-B ou reais via PIX. O acesso nativo aos trilhos liquida essa etapa em segundos; passar por um banco parceiro pode levar de minutos a horas.
Preciso que meu provedor tenha certificação SOC 2 Tipo II?
Sim, para compras corporativas, junto com a ISO 27001. O SOC 2 Tipo II significa que os controles de um provedor foram auditados ao longo do tempo, e não verificados apenas uma vez, mas não substitui PLD/KYB, monitoramento de fraudes ou licenças específicas de cada jurisdição, então peça esses itens separadamente. Consulte a tabela comparativa acima para ver o que cada um dos quatro provedores possui.
Posso usar vários provedores?
Sim, e muitas empresas fazem isso, geralmente com um provedor principal para a maior parte dos fluxos e um secundário para corredores específicos em que o principal é mais fraco. Isso oferece poder de negociação e redundância, ao custo de mais plataformas para conciliar e mais avaliações de conformidade para realizar.
Como escolher entre USDT e USDC?
Escolha a stablecoin de acordo com o destinatário. O USDT tem a liquidez mais profunda para corredores que envolvem a China, o Sudeste Asiático e os mercados de dólar paralelo da América Latina. O USDC tem maior aceitação institucional e regulatória nos EUA e na UE após o MiCA. Fornecedores chineses geralmente esperam USDT; tesourarias corporativas dos EUA costumam preferir USDC.
Fale com a VelaFi sobre seus corredores específicos.
Fontes
- Fireblocks, relatório "State of Stablecoins" 2025: https://www.fireblocks.com/blog/execution-in-motion-how-latin-america-is-leading-stablecoin-adoption
- Febraban / Banco Central do Brasil: https://portal.febraban.org.br/noticia/4290/pt-br/
- Mastercard: https://www.mastercard.com/us/en/news-and-trends/press/2026/march/Mastercard-to-acquire-BVNK-to-connect-on-chain-payments-and-fiat-rails.html
- Banking Dive: https://www.bankingdive.com/news/stripe-bridge-occ-conditional-approval-national-trust-bank-charter/812417/



